05 .  MARÇO  .  2019

Após ganhar, ao lado de Charles Eames, o concurso de design orgânico organizado pelo MoMA  —  com as experiências em compensado torneado apresentadas em 1941  — , Eero Saarinen ansiava por continuar a explorar as possibilidades de uma cadeira que fosse confortável pela forma de seu assento, e não pelo espessura de seu estofamento. Inicialmente desenhando protótipos de uma pequena cadeira em fibra de vidro para escritórios, o designer mudou de rumo quando Florence Knoll o desafiou a começar logo pelos modelos maiores. “Quero uma poltrona que seja como uma cesta cheia de almofadas … algo em que eu possa me aconchegar“, disse ela. Embora essa imagem não seja exatamente o resultado a que Saarinen chegou, a sugestão inspirou uma das mais icônicas e confortáveis peças do mobiliário modernista. 

Como em muitas de suas criações, a Womb Chair exigiu a utlização de técnicas e materiais ainda muito novos e experimentais. Ajudados por um carpinteiro naval de Nova Jérsei que, na época, estava fazendo experiências com resina e fibra de vidro, Saarinen e Knoll desenvolveram a técnica de fabricação para a nova peça. “Ele estava bem cético no começo“, lembra Knoll, “mas nós insistimos muito. Acho que éramos tão jovens e entusiasmados que ele finalmente cedeu e concordou em trabalhar conosco. Após muitas tentativas e erros, chegamos a uma solução que funcionaria“.

A poltrona  —  conhecida no Brasil como berger Saarinen  —  aparece aqui personalizada com tecidos em duas cores, para o projeto de uma casa de praia. 

Acesse e saiba mais na página Arte e Design.    

poltronas Womb Chair  |  Eero Saarinen  |  1948

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