KOJIMA

área  :  240.00 m²  |  ano  :  2009  |  Brasília  :  DF


Arrojada, sexy e conceitual  —  a arquitetura para a filial do restaurante Kojima em Brasília.

O Kojima  —  restaurante japonês contemporâneo  —  é o endereço certo de gente bacana e descolada, e de comida idem.

A ideia nasceu no Recife  —  ao longo de mais de uma década, a casa passou por várias fases e se consagrou como uma parada quente na cena gastronômica da cidade. A pequena ilha  —  tradução em português da palavra japonesa kojima  —  não para de crescer e, em 2009, abre a sua primeira filial, em Brasília.

A arquitetura é uma mistura fina e para lá de arrojada, apresentando área de 240.00 m² e um mix de muita atitude e conceito. A fachada é uma atual composição em formas puras e imersa na cor vermelha. A porta de entrada  —  uma elegante abertura vertical, com moldura em aço escovado  —  corta a superfície vermelha.

A casa, com dois andares e um jardim ao fundo, abusa da cor vermelha, ao lado de muita madeira e espelhos. A área do bar e de espera, à entrada, apresenta confortáveis cadeiras e um grande sofá desenhado sob medida. O balcão é uma caixa em linhas retas e minimalistas, revestida em madeira. A madeira  —  tacos-palito da Indusparquet  —  desce para o piso da casa, aquecendo a cena.

+ saiba mais

A mistura fina da madeira com a cor vermelha faz uma atmosfera aconchegante e sofisticada. A impactante área de pé direito alto, após o bar, apresenta parede espelhada e grandes janelas que se abrem para o jardim. A área externa, cercada de verde e ambientada de forma descontraída, abriga um confortável lounge. A fachada em chapas vermelhas domina a cena, e as largas janelas integram as áreas interna e externa.

A escada de acesso ao andar superior  —  uma arrojada composição circular  —  contracena com a parede espelhada, com adesivo em motivo oriental desenhado sob medida. A arrebatadora parede revestida em tecido vermelho, e com faixas de flexilight  —  mangueiras de luz  —, domina a cena. As formas, as cores e os materiais contracenam em perspectivas arrojadas e atraentes.

A sala principal do Kojima, no andar superior, apresenta piso em tacos-palito e paredes em tecido vermelho. Os acabamentos aquecem a cena, em um aconchegante ambiente. A madeira sobe pela parede e teto, formando uma grande caixa, ampliada com espelhos. A parede em faixas de tecido vermelho  —  com painéis de lã acústica  —  é cortada por réguas de mangueira de luz, em projeto de iluminação de nossa equipe.

A grande mesa  —  sob a parte do teto em madeira, e com acabamento em fórmica fosca preta  —  é outra peça de nossas pranchetas, e domina a cena. A peça é uma referência moderna e atual aos tatames japoneses. As cadeiras apresentam acabamento em vários tecidos na cor vermelha, com diferentes tramas e desenhos.

Além dos andares inferior e superior, o Kojima apresenta ainda um sub-solo, onde está instalada a cozinha  —  e que se comunica com os demais pavimentos através de um monta-carga. A cozinha é pilotada por Alexandre Faeirstein  —  o chef do pedaço  —, e segue a linha da culinária de inspiração nikei que o consagrou no Recife.

Pin It on Pinterest

Share This