CASA COR

CASA COR Pernambuco
21 de setembro a 04 de novembro
Avenida Dezessete de Agosto, 1112  —  Casa Forte
terça a sexta | 16 h às 22 h
sábado | 13 h às 22 h
domingo | 13 h às 21 h
ingressos

                              

A CASA COR  —  a maior e melhor mostra de arquitetura, decoração e paisagismo das Américas  —  realiza 22 edições nacionais em vários estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além de Brasília. Também acontecem mostras em cinco países: Estados Unidos, Peru, Paraguai, Equador e Bolívia.

           

                                    

casa cor

02 . novembro . 18


Ainda dá tempo de visitar a edição 2018 da CASA COR Pernambuco, que se encerra nesse final de semana

casa cor

22 . outubro . 18


As sofisticadas cortinas de nossa Sala de Estar na CASA COR são da Habitare Window Fashions

casa cor

20 . outubro . 18


O papel florido é uma das estrelas na ambientação de nossa Sala de Estar na CASA COR

casa cor

10 . outubro . 18


A obra da fotógrafa Ana Leal faz uma encantadora composição em nossa Sala de Estar na CASA COR.

A SALA DE ESTAR

                                                                                

Sala de Estar | CASA COR

A Casa Viva  —  tema da CASA COR esse ano  —  é o ponto de partida para a Sala de Estar, nossa 20° criação para a mostra.

Aliás, esse é o tema para as edições 2018 em todas as cidades em que o evento é realizado.

A diretora da nacional marca aponta para a ideia de apresentar novamente a casa como abrigo físico, mental e espiritual. ‘A casa também é o espaço da celebração, dos laços de afeto  —  seja com a família, seja com os amigos’, diz Lìvia Pedreira.

A Sala de Estar é alinhada exatamente com essa intenção  —  a de mostrar um espaço aconchegante, envolvente, convidativo e agradável. Uma área com vários cantinhos para se conversar, conviver, ouvir música, relaxar.

A ideia é também a de apresentar o ambiente como se as novas gerações da família que ali residiu através das últimas décadas continuassem vivendo no local  —  a casa não como um museu, não como foi no passado, mas como uma versão atualizada da residência.

As referências antigas estão presentes, em mais de uma maneira, mas a linguagem é jovem e atual. A luz suave, a tecnologia discreta, as cores cativantes  —  a concepção procura envolver o visitante em afeto e acolhimento.

Ademais, as características originais da casa  —  projetada pelo arquiteto Aldiphas de Barros no início da década de 30  —  são preservadas, do piso às esquadrias e frisos. Cada elemento é recuperado e apenas acentuado com o uso de novos recursos, como espelhos e papel de parede.

A ambientação é uma colagem, uma mistura, assim como a vida, como A Casa Viva  —  Disney, porque sem um tantinho de ingenuidade e de bom humor não seríamos nós, Zezinho e Turíbio. Outro tantinho Toulouse-Lautrec, a nos fazer, na passagem dos anos, pálidas figuras em busca de alento na luz distorcida deste vasto bordel. Mais uma porção generosa de nós, a família que aqui residiu. E nada dessa conversa de mesclar o antigo e o moderno, porque ninguém merece. Quem faz isso é a vida, não o arquiteto. É o ser. O estar. A Sala de Estar.

 

                                                                                                                                 

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